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Antigo Testamento

33:20 De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível.
33:21 Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem.
33:22 E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte.
33:23 Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão,
33:24 Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate.
33:25 Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude.
33:26 Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.
33:27 Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.
33:28 Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.
33:29 Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem,
33:30 Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.
33:31 Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.
33:32 Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te.
33:33 Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.
34:1 RESPONDEU mais Eliú, dizendo:
34:2 Ouvi, vós, sábios, as minhas razões; e vós, entendidos, inclinai os ouvidos para mim.
34:3 Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar experimenta a comida.
34:4 O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom.
34:5 Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito.
34:6 Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão.
34:7 Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água?
34:8 E caminha em companhia dos que praticam a iniqüidade, e anda com homens ímpios?
34:9 Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus.
34:10 Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade!
34:11 Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho.
34:12 Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo.
34:13 Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo?
34:14 Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego,
34:15 Toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.
34:16 Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha palavra.
34:17 Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso?
34:18 Ou dir-se-á a um rei: Oh! vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios?
34:19 Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos.
34:20 Eles num momento morrem; e até à meia noite os povos são perturbados, e passam, e os poderosos serão tomados não por mão humana.
34:21 Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos.
34:22 Não há trevas nem sombra de morte, onde se escondam os que praticam a iniqüidade.
34:23 Porque Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele.
34:24 Quebranta aos fortes, sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar.
34:25 Ele conhece, pois, as suas obras; de noite os transtorna, e ficam moídos.
34:26 Ele os bate como ímpios que são, à vista dos espectadores;
34:27 Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos,
34:28 De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos.
34:29 Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só,
34:30 Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo.
34:31 Na verdade, quem a Deus disse: Suportei castigo, não ofenderei mais.
34:32 O que não vejo, ensina-me tu; se fiz alguma maldade, nunca mais a hei de fazer?
34:33 Virá de ti como há de ser a recompensa, para que tu a rejeites? Faze tu, pois, e não eu, a escolha; fala logo o que sabes.
34:34 Os homens de entendimento dirão comigo, e o homem sábio que me ouvir:
34:35 Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência.
34:36 Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos.
34:37 Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras.
35:1 RESPONDEU mais Eliú, dizendo:
35:2 Tens por direito dizeres: Maior é a minha justiça do que a de Deus?
35:3 Porque disseste: De que me serviria? Que proveito tiraria mais do que do meu pecado?
35:4 Eu te darei resposta, a ti e aos teus amigos contigo.
35:5 Atenta para os céus, e vê; e contempla as mais altas nuvens, que são mais altas do que tu.
35:6 Se pecares, que efetuarás contra ele? Se as tuas transgressões se multiplicarem, que lhe farás?
35:7 Se fores justo, que lhe darás, ou que receberá ele da tua mão?
35:8 A tua impiedade faria mal a outro tal como tu; e a tua justiça aproveitaria ao filho do homem.
35:9 Por causa das muitas opressões os homens clamam por causa do braço dos grandes.
35:10 Porém ninguém diz: Onde está Deus que me criou, que dá salmos durante a noite;
35:11 Que nos ensina mais do que aos animais da terra e nos faz mais sábios do que as aves dos céus?
35:12 Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus.
35:13 Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso.
35:14 E quanto ao que disseste, que o não verás, juízo há perante ele; por isso espera nele.
35:15 Mas agora, porque a sua ira ainda não se exerce, nem grandemente considera a arrogância,
35:16 Logo Jó em vão abre a sua boca, e sem ciência multiplica palavras.
36:1 PROSSEGUIU ainda Eliú, e disse:
36:2 Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.
36:3 De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça.
36:4 Porque na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento.
36:5 Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria.
36:6 Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos.
36:7 Do justo não tira os seus olhos; antes estão com os reis no trono; ali os assenta para sempre, e assim são exaltados.
36:8 E se estão presos em grilhões, amarrados com cordas de aflição,
36:9 Então lhes faz saber a obra deles, e as suas transgressões, porquanto prevaleceram nelas.
36:10 Abre-lhes também os seus ouvidos, para sua disciplina, e ordena-lhes que se convertam da maldade.
36:11 Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias.
36:12 Porém se não o ouvirem, à espada serão passados, e expirarão sem conhecimento.
36:13 E os hipócritas de coração amontoam para si a ira; e amarrando-os ele, não clamam por socorro.
36:14 A sua alma morre na mocidade, e a sua vida perece entre os impuros.
36:15 Ao aflito livra da sua aflição, e na opressão se revela aos seus ouvidos.
36:16 Assim também te desviará da boca da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto, e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura.
36:17 Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam.
36:18 Porquanto há furor, guarda-te de que não sejas atingido pelo castigo violento, pois nem com resgate algum te livrarias dele.
36:19 Estimaria ele tanto tuas riquezas? Não, nem ouro, nem todas as forças do poder.
36:20 Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar.
36:21 Guarda-te, e não declines para a iniqüidade; porquanto isso escolheste antes que a aflição.
36:22 Eis que Deus é excelso em seu poder; quem ensina como ele?
36:23 Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou, quem lhe dirá: Tu cometeste maldade?
36:24 Lembra-te de engrandecer a sua obra, que os homens contemplam.
36:25 Todos os homens a vêem, e o homem a enxerga de longe.
36:26 Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar.
36:27 Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva,
36:28 A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.
36:29 Porventura pode alguém entender as extensões das nuvens, e os estalos da sua tenda?
36:30 Eis que estende sobre elas a sua luz, e encobre as profundezas do mar.
36:31 Porque por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância.
36:32 Com as nuvens encobre a luz, e ordena não brilhar, interpondo a nuvem.
36:33 O que nos dá a entender o seu pensamento, como também ao gado, acerca do temporal que sobe.
37:1 SOBRE isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.
37:2 Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.
37:3 Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.
37:4 Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.
37:5 Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.
37:6 Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.
37:7 Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.
37:8 E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.
37:9 Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.
37:10 Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.
37:11 Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.
37:12 Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.
37:13 Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.
37:14 A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.
37:15 Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?
37:16 Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?
37:17 Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?
37:18 Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
37:19 Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.
37:20 Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?
37:21 E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.
37:22 O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.
37:23 Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
37:24 Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.
38:1 DEPOIS disto o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
38:2 Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
38:3 Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
38:4 Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
38:5 Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
38:6 Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,
38:7 Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?
38:8 Ou quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre;
38:9 Quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?
38:10 Quando eu lhe tracei limites, e lhe pus portas e ferrolhos,
38:11 E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se parará o orgulho das tuas ondas?
38:12 Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar;
38:13 Para que pegasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela;
38:14 E se transformasse como o barro sob o selo, e se pusessem como vestidos;
38:15 E dos ímpios se desvie a sua luz, e o braço altivo se quebrante;
38:16 Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?
38:17 Ou descobriram-se-te as portas da morte, ou viste as portas da sombra da morte?
38:18 Ou com o teu entendimento chegaste às larguras da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isto.
38:19 Onde está o caminho onde mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar;
38:20 Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa?
38:21 De certo tu o sabes, porque já então eras nascido, e por ser grande o número dos teus dias!
38:22 Ou entraste tu até aos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva,
38:23 Que eu retenho até ao tempo da angústia, até ao dia da peleja e da guerra?
38:24 Onde está o caminho em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra?
38:25 Quem abriu para a inundação um leito, e um caminho para os relâmpagos dos trovões,
38:26 Para chover sobre a terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não há homem;
38:27 Para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer os renovos da erva?
38:28 A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho?
38:29 De que ventre procedeu o gelo? E quem gerou a geada do céu?
38:30 Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.
38:31 Ou poderás tu ajuntar as delícias do Sete-estrelo ou soltar os cordéis do Órion?
38:32 Ou produzir as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?
38:33 Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o domínio deles sobre a terra?
38:34 Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
38:35 Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
38:36 Quem pôs a sabedoria no íntimo, ou quem deu à mente o entendimento?
38:37 Quem numerará as nuvens com sabedoria? Ou os odres dos céus, quem os esvaziará,
38:38 Quando se funde o pó numa massa, e se apegam os torrões uns aos outros?
38:39 Porventura caçarás tu presa para a leoa, ou saciarás a fome dos filhos dos leões,
38:40 Quando se agacham nos covis, e estão à espreita nas covas?
38:41 Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?
39:1 SABES tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias?
39:2 Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto?
39:3 Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
39:4 Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas.
39:5 Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo,
39:6 Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?
39:7 Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor.
39:8 A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde.
39:9 Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
39:10 Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
39:11 Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho?
39:12 Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?
39:13 A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas?
39:14 Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
39:15 E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar.
39:16 Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; debalde é seu trabalho, mas ela está sem temor,
39:17 Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento.
39:18 A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele.
39:19 Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas?
39:20 Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
39:21 Escarva a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados.
39:22 Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada.
39:23 Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo.
39:24 Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina.
39:25 Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido.
39:26 Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
39:27 Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?
39:28 Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros.
39:29 Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
39:30 E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela.
40:1 RESPONDEU mais o SENHOR a Jó, dizendo:
40:2 Porventura o contender contra o Todo-Poderoso é sabedoria? Quem argüi assim a Deus, responda por isso.
40:3 Então Jó respondeu ao SENHOR, dizendo:
40:4 Eis que sou vil; que te responderia eu? A minha mão ponho à boca.
40:5 Uma vez tenho falado, e não replicarei; ou ainda duas vezes, porém não prosseguirei.
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Versão "João Ferreira de Almeida Atualizada"